quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pedófilo preso e deputado amigo de doleiro desfalcam a coordenação da campanha de Gleise no Paraná


Por Políbio Braga



Com homens como Gaievski, ao lado, preso por pedofilia, e Vargas, amigo de doleiro preso na Operação Lava Jato, Gleise quer vencer as eleições no Paraná.
CLIQUE AQUI para ler matéria de hoje da revista Veja, com informações de que a Polícia Federal descobriu que André Vargas é sócio do doleiro preso.


Esta manhã, a senadora Gleise Hoffmann, PT, anunciou que André Vargas não será mais o coordenador da sua campanha à sucessão do governador Beto Richa. Este não é o primeiro caso que constrange Gleise, porque outro assessor seu, Carlos Gaievski, está na cadeia, acusado de pedofilia. Ela também o rejeitou depois do caso conhecido.


A revista Veja de hoje diz que além de Gleise, também o PT abandonou Vargas, temendo que o caso do vice-presidente da Câmara André Vargas (PT-PR) seja similar ao deDemóstenes Torres, o senador cassado sob acusação de defender os interesses do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Os petistas avaliam que cabe ao próprio deputado dar explicações sobre seu grau de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Mesmo sendo um dos próceres da sigla – e um dos mais virulentos críticos do julgamento do mensalão –, a cúpula petista hesita em sair em defesa do deputado que, em relatório da Polícia Federal, é tratado como sócio oculto de Youssef.


. 'O André deu as explicações que ele julgou apropriadas. Não é um problema do PT. É uma relação privada que ele está explicando. Não tenho o que acrescentar', disse o presidente do PT, Rui Falcão.

Conforme revelou reportagem do site de VEJA, as relações de Vargas com Youssef vão além do jatinho utilizado pelo parlamentar para transportar a família do petista de Londrina (PR) a João Pessoa (PB). Relatório da Polícia Federal afirma que o deputado atuava como espécie de lobista do doleiro. Nas conversas interceptadas pela PF, Youssef e Vargas demonstram ter muito mais do que uma relação de amizade. Em quase cinquenta mensagens registradas pela PF, Vargas recebe orientações do doleiro, combina reuniões e chega a passar informações das conversas que ele, como parlamentar do PT, mantinha com integrantes do governo.

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