domingo, 2 de março de 2014

Comunista nunca erra: mesmo depois de anos de governo, os seus erros políticos ainda só tem um culpado: a direita fantasiosa


MAIORIA DA GRANDE IMPRENSA BRASILEIRA SOB O DOMÍNIO DOS PSICOPATAS A SERVIÇO DO FORO DE SÃO PAULO



Uma charge que dificilmente seria publicada na grande imprensa brasileira. Clique sobre a imagem para vê-la ampliada.

Quando eu afirmo aqui no blog que a grande midia brasileira, em sua esmagadora maioria, não reflete o que realmente ocorre na Venezuela, os que eventualmente consideram um exagero de minha parte, basta comparar o conteúdo dos nossos grandes jornais com o diário El Nuevo Herald, de Miami (EUA). Esse diário que integra a grande cadeia jornalística Herald, editado em espanhol, com foco especial na América Latina e no público hispânico que habita a Florida, serve como uma luva para estabelecer a comparação com os nossos jornais.

Especialmente no que toca ao noticiário e aos editoriais dos jornalões brasileiros no que concerne à crise da Venezuela, é flagrante a omissão deliberada, quando não a mentira edulcorada por frases de efeito que pretendem esconder a mais pura defesa dos interesses do Foro de São Paulo, organização comunista transnacional fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 e dirigida pelo próprio PT.
Nesses tempos de internet e redes sociais, quando com alguns cliques se tem acesso a jornais, sites e blogs noticiosos e de opinião em qualquer lugar do mundo, se pode estabelecer uma comparação interessante com o comportamento da nossa grande imprensa.

Mais do que isso, se pode estabelecer um perfil dos jornalistas que operam na grande mídia brasileira, não restando qualquer dúvida de que em sua maioria são esbirros do movimento comunista que opera no continente sul americano por meio do Foro de São Paulo.

A prova do que estou dizendo é que de vez em quando, como um ponto fora da curva, algumas matérias e editoriais da imprensa brasileira, incluindo aí as televisões, são destacados nas redes sociais e nos blogs independentes por porque constituem pérolas em meio ao chorume dos galinheiros. São destaques mais pelo inusitado do que propriamente pelo conteúdo.

E os jornalistas que resolvem revelar a verdade dos fatos numa rede de televisão, como por exemplo faz Rachel Sheherazade, são vítimas imediatas das falanges comunistas especializadas em detonar reputações.

Ontem mesmo, quando afirmei pelo Twitter que a maioria dos jornalistas brasileiros são psicopatas fui imediatamente admoestado por uma jornalista. Acontece que comigo o buraco é mais embaixo. Vou atrás e na primeira oportunidade pego de jeito o psicopata e o denuncio aqui no blog.

Feita essa necessária digressão sobre a psicopatia reinante nas redações que exerce a patrulha e oprime centenas de profissionais, principalmente os mais jovens, retomo as linhas iniciais do mote deste artigo reproduzindo um editorial do jornal El Nuevo Herald sobre a crise venezuelana. De quebra, ilustro o post com uma charge da página de opinião do Herald que está junto ao editorial em sua edição deste sábado. Tanto a charge quanto o editorial vão diretamente ao ponto. 


Aliás, tirante o nosso grande Sponholz, a maioria dos chargistas da imprensa brasileira integra a falange de psicopatas. É constituída de cretinos e idiotas, gente desinformada, preguiçosa e diletante. Boa parte, e isto é digno de nota, é militante do PT ou de seus satélites. Faz aquilo que se chama de “humor a favor”, o que na verdade não é humor, mas a manifestação do pensamento único politicamente correto.

Transcrevo a seguir o texto na íntegra, no original em espanhol, do editorial do El Nuevo Herald. Bem diferente do que estamos acostumados a ler nos jornalões brasileiros. Leiam:
EN NUESTRA OPINIÓN: LOS VENEZOLANOS ESTÁN HARTOS
EN ESPAÑOL - Las protestas que han sacudido a Venezuela desde principios de febrero y que todavía siguen, han dejado en claro que el chavismo está muy lejos de disfrutar de su popularidad inicial y que el gobierno de Nicolás Maduro tiene que buscar con urgencia una conciliación nacional.

Los venezolanos –hasta muchos de los propios chavistas– están hartos. Hartos de las promesas incumplidas del gobierno. Hartos de que durante el mandato del difunto Hugo Chávez y luego de su sucesor, Maduro, la criminalidad haya ido en aumento y hoy Caracas sea una de las ciudades más peligrosas del mundo. Hartos de que haya que hacer fila –como en Cuba bajo el castrismo– para adquirir alimentos y artículos de primera necesidad. Hartos de que productos de consumo habitual hayan desaparecido de los anaqueles. 

Hartos de que el gobierno amordace la libertad de expresión de los medios que no son afines al chavismo. Hartos de que un pequeño grupo de privilegiados medre mientras el resto sufre la incertidumbre económica. Hartos de que la pobreza –que antes de Chávez alcanzaba al 70 por ciento de la población– no haya mermado gran cosa, pese a la retórica populista que sale del Palacio de Miraflores– y que en los cerritos de Caracas sigan malviviendo los desafortunados, en un visible testimonio de la desigualdad.

Las protestas han puesto los ojos del mundo sobre Venezuela. La imagen internacional del régimen chavista ha sufrido un duro golpe tras la represión contra las manifestaciones estudiantiles, en la que ha habido más de 15 muertos. Es urgente que Estados Unidos y la Unión Europea tomen algún tipo de medidas para presionar al gobierno de Maduro y evitar que siga reprimiendo con violencia a los descontentos.

Entretanto, el secretario general de la OEA, José Miguel Insulza, afirmó que “muchas cosas que se están haciendo [en Venezuela] son las mismas que se hicieron en Chile [contra el gobierno de Salvador Allende]”. Insinuar que las protestas han sido planeadas en Estados Unidos no tiene sentido: la realidad es que los venezolanos salieron a la calle porque están cansados de la escasez, la injusticia, la represión y la impericia del gobierno.

La cúpula del poder en Venezuela tiene que reconocer que gran parte del pueblo ha hablado a través de la protesta en la calle. Un paso acertado para buscar la armonía nacional –si de verdad desea buscar la paz– sería poner en libertad al dirigente opositor Leopoldo López y a los demás presos políticos, y al mismo tiempo hacer una investigación independiente sobre las muertes en las manifestaciones y enjuiciar a los responsables. Ya han sido arrestados varios funcionarios de la policía y del servicio de inteligencia, y a algunos se les han presentado cargos. Llevar esa pesquisa hasta sus últimas consecuencias es imperativo.

Pero además, Maduro debe admitir que el proyecto nacional tiene que incluir a la oposición y las decisiones de gobierno deben tener en cuenta a todos los sectores de la nación, no solamente a los chavistas. Eso es democracia. Mantener el rumbo actual solo causará que el dique del descontento se siga desbordando en las calles venezolanas, hasta que la marea popular sea incontenible, hasta que nadie la pueda detener. Do site do jornal El Nuevo Herald

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