segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A queda livre da economia brasileira nas mãos do governo petista



Questão de tempo – A economia brasileira cambaleia à beira do precipício, mas os petistas insistem em afirmar que o Brasil é o país de Alice, os das maravilhas. De acordo com o Banco Central, a economia brasileira deve crescer 1,67% em 2014, contra 1,79% da estimativa anterior. A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 caiu de 1,93% para 1,87%. Para 2015, economistas preveem avanço industrial de 3,00%, ante 2,89% da pesquisa anterior.

Como se não bastasse o calvário que indústria brasileira vem enfrentando por conta das questões econômicas internas, a infraestrutura e a carga tributária ajudam a piorar o cenário que há muito não é dos melhores.

A situação econômica brasileira torna-se ainda mais preocupante com as projeções dos especialistas do mercado para a inflação. De acordo com o Boletim Focus, do Banco Central, os economistas avaliam que a inflação medida pelo IPCA para 2014 ficará em 6%, contra 5,93% da previsão anterior. Para 2015, a expectativa segue em 5,70%. A previsão de inflação para os próximos 12 meses subiu de 6,05% para 6,11%.

O quadro é de tal forma preocupante, que os especialistas preveem que a taxa básica de juro, a Selic, deve fechar o ano em 11,25%. O que significa que o Banco Central terá ao longo do ano uma árdua batalha contra a inflação, o mais temido fantasma da economia.


Com a inflação oficial cada vez mais próxima do teto d meta fixada pelo governo, que é de 6,5%, o salário do trabalhador já perdeu o aumento conquistado recentemente. A considerar a inflação real, que começa a deixar para trás a órbita de 20% ao ano, o trabalhador brasileiro está sendo vítima de um governo de incompetentes que nos últimos anos errar de maneira vexatória na escolha de medidas econômicas.

Se para os palacianos esse cenário pouco importa, os brasileiros devem estar atentos para outros detalhes da economia. O governo tem focado o discurso na queda do desemprego, mas não se pode esquecer que o Brasil tecnicamente atingiu o que os especialistas chamam de pleno emprego. Sinal de que qualquer melhora dependerá de milagres. Fora isso, cresce o contingente de desempregados que buscam um novo posto de trabalho.

Fato é que a conta da economia não fecha, mas mesmo assim os institutos de pesquisa apontam que Dilma Rousseff seria reeleita se a eleição presidencial fosse hoje. Isso mostra que o brasileiro não está preocupado com o que pode acontecer com o País, desde que o falso poder de compra, mantido à base do crédito fácil e irresponsável, seja mantido.

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